O perigo dos Hackers e como se precaver

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O perigo dos Hackers e como se precaver

O perigo dos Hackers e como se precaver

Os dados são o novo petróleo. Essa frase já virou clichê em tempos em que a tecnologia tomou conta de todos os setores. No entanto, ela nunca foi tão real. Isso porque a cada dia novas informações de usuários são armazenadas em diferentes lugares. Sejam gerados no Google, no Facebook ou nos softwares das clínicas, eles estão indo para algum lugar.

Nesse cenário, o uso indevido dos dados pode provocar consequências de grande escala, a exemplo dos vazamentos de informações que mudaram os rumos da eleição americana de 2016. Além disso, os famosos hackers se tornam cada vez mais comuns ao invadir as bases estatísticas dos órgãos e empresas para pedir recompensas em troca da não divulgação pública.

Assim, como as empresas médicas devem lidar com essas ameaças? Quais os principais golpes que as organizações sofrem? Como prevenir esses ataques?

A gente vai te explicar tudo o que você precisa saber para manter o seu consultório, clínica ou hospital seguro. Confira!

Como os dados são gerados?

Os dados são um conjunto de informações que as empresas conseguem de seus clientes. Eles são gerados pelo preenchimento do usuário por vontade própria. Por exemplo, ao preencher um formulário, você está gerando dados. Ao usar um aplicativo, você aceitou os termos e condições da empresa, o que dá ao detentor o direito de registrar as atividades realizadas. Tudo isso forma um grande banco de elementos sobre determinado assunto, o que possibilita entender o comportamento de “x” público.

Como os dados são utilizados?

Quantas vezes você estava nas redes sociais e do nada apareceu um anúncio sobre o produto que você tinha pesquisado tempos atrás? Parece até assustador na primeira vez, mas isso tem um porquê. Ao ter feito a pesquisa, você gerou informações para o servidor, que entendeu o que você precisa. Com esse saber, ele lhe direciona exatamente o que você estava precisando, fazendo a ponte entre o consumidor e as marcas.

Esse é apenas um dos exemplos de uso dos dados. Sempre que você estiver usando um aplicativo, um site ou até mesmo um dispositivo novo, estão sendo geradas informações que possibilitam as companhias identificarem como criar novas mercadorias que agradem a sua área e a vender mais. No meio médico, ao fazer uma tomografia, são concebidos dados sobre o seu corpo que mais tarde serão analisados pelo médico, que equivale ao servidor nesse exemplo.

Quais ataques os dados podem sofrer?

A internet não é um lugar 100% seguro, infelizmente. Nessa perspectiva, existem alguns perigos que os dados podem ser expostos e, consequentemente, roubados para atitudes ilegais. Essas ações trazem prejuízos expressivos para as empresas e comprometem a vida dos usuários. Confira algumas formas de ataques:

Ransomware

Ele ataca o servidor e bloqueia o acesso dos usuários. Para liberar o funcionamento normal, os invasores cobram uma quantia em dinheiro. Durante o isolamento social e o home office, essa prática foi intensificada.

Port Scanning Attack

Faz uma busca nos servidores à procura de vulnerabilidades. Ao encontrar, rouba informações e danifica o software. Além disso, rouba os dados dos usuários, em que pode identificar aspectos como quais serviços estão funcionando, quem são seus donos e quais serviços requerem autenticação.

Phishing

O Phishing consiste no envio de um e-mail que conduz a pessoa a revelar suas informações secretas, como CPF, CEP e dados bancários. Os hackers constroem uma página idêntica a de um site confiável e de uso da pessoa, o que faz o usuário acreditar na veracidade do remetente e digitar seus dados. Segundo pesquisa da Avast, 2 em cada 5 brasileiros já foram vítimas desse golpe virtual. 

Como evitar esses ataques?

Infelizmente, cair nos ataques cibernéticos tem se tornado uma dor de cabeça comum nas empresas. Dessa forma, assim como em qualquer problema, o melhor remédio é a prevenção. Afinal, já diz o ditado “É melhor prevenir do que remediar”. Nessa perspectiva, existem diversas formas de proteger a sua clínica e os dados dos seus clientes dos hackers. Saiba como se precaver:

  • Ter um bom antivírus com suporte para todas as necessidades e adequado para o tamanho da sua organização.
  • Mantenha um firewall (dispositivo de segurança) sempre em dia e ativo.
  • Duplique a proteção, ou seja, habilite a autenticação de acesso em duas etapas.
  • Faça backup dos seus dados com regularidade. Criar cópias das informações obtidas colabora para você não perder toda a base analítica construída.
  • Monte uma boa equipe de T.I. Responsáveis por cuidar de toda a segurança cibernética, valorize e invista na contratação de bons profissionais e na formação de equipes responsáveis.
  • Comunique os demais colaboradores sobre como se comportar na web para não ser vítima desses ataques. Afinal, o hacker pode invadir qualquer setor e se alastrar pelas demais áreas depois.

Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) protege as informações de todos os usuários. Em vigor desde 2020, o decreto estabelece regras sobre como deve ser feito o manuseio dos dados dos cidadãos. Seguir à risca a lei é de extrema importância para manter as informações das pessoas à salvo e evitar multas contra o hospital.

 

Enfim, depois dessas explicações e dicas ficou mais fácil cuidar da saúde das informações do seu ambiente médico e dos seus pacientes. Cuidar das informações dos consultados também faz parte de um bom serviço de saúde. E a Asl segue todas as precauções para garantir a tranquilidade dos seus colaboradores e dos seus clientes.

 

 

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